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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
«No, You Can’t»
No Jornal de Negócios, a opinião de Bjorn Lomborg: "Vários milhares de oficiais de 194 países estiveram reunidos em Cancún, no México, para mais uma cimeira ambiental. Insatisfeitos com o ritmo da diplomacia climática, muitas pessoas questionam-se sobre o que podem fazer para combater as alterações climáticas." [artigo integral]
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
«De Cancún a Seia rumo ao baixo carbono»
No Jornal de Negócios, a opinião de Carlos Filipe Camelo: "Encontrar uma solução pós Protocolo de Quioto, que termina em 2012, foi um dos principais objectivos da Cimeira de Cancún, no México, organizada pela ONU. Mais longe do mediatismo da Cimeira de Copenhaga, mas revestida da mesma importância, Cancún parecia ter sido trespassada de morte muito antes de ter tido inicio e, apesar das decisões acordadas na conferência, o que temos para já é muito pouco para garantir que não viremos a sentir os piores efeitos das alterações climáticas." [artigo integral]
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
«O consenso de Cancún»
No Estadão: "O que salvou a décima sexta conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, concluída na madrugada de domingo no balneário mexicano de Cancún, foi o fracasso da reunião anterior, em Copenhague, há um ano. Da COP-15, conforme a terminologia oficial, se esperava que os quase 200 países participantes - a começar dos que mais lançam na atmosfera dióxido de carbono (CO2) e outras substâncias causadoras do aquecimento global, como os Estados Unidos e a China - enfim se comprometessem com metas obrigatórias de redução dos chamados gases estufa. " [notícia integral]
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
«Connie Hedegaard: O processo multilateral está vivo e de boa saúde»
No Jornal de Negócios: "A Comissária Europeia para as Alterações Climáticas acredita que um dos principais objectivos de Cancún foi alcançado: manter vivo o processo de negociações. Mas esta cimeira foi mais longe, afirma Connie Hedegaard, ao alcançar um acordo equilibrado e substancial." [notícia integral]
«A uva e a parra de Cancún»
No Expresso: "Os resultados de Cancún foram melhores que o esperado - ao contrário do que aconteceu em Copenhaga há um ano, onde houve "muita parra e pouca uva". Talvez devamos prosseguir com a abordagem "low key" para alcançar melhores resultados no combate às alterações climáticas." [artigo integral]
«Apesar de Cancún, EUA se distanciam de acordo climático»
Na AFP: "O acordo internacional aprovado em Cancún para combater as mudanças climáticas tranquilizou em parte os ecologistas, mas não o bastante para fazer esquecer que a esperança de uma lei para limitar as emissões de gases de efeito estufa naufragou nos Estados Unidos em 2010." [notícia integral]
«EUA dizem bancar maior parte do acordo de Cancún»
No Globo: "Apesar das dificuldades econômicas atuais, os países ricos precisam cumprir suas promessas imediatas de bilhões de dólares em ajuda climática às nações em desenvolvimento, segundo o principal negociador dos EUA para questões climáticas." [notícia integral]
«Cancún, plataforma de lançamento»
Editorial d'O Globo: "A impressão que se tem, na questão climática, é que as geleiras derretem à velocidade de um guepardo, enquanto as conferências da ONU avançam a passo de cágado. Da COP-16, encerrada domingo em Cancún, quase nada se esperava, já que o mecanismo global que negocia em que direção deve ir o mundo para evitar uma catástrofe climática estava ainda sob o impacto dos modestos resultados da COP-15, no ano passado, em Copenhague." [notícia integral]
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
«Greenpeace: resoluções de Cancun não salvam o planeta »
Na Prensa Latina: "Um ativista do Greenpeace no México, disse hoje que as resoluções aprovadas na Cúpula sobre Mudanças Climáticas, que terminou sábado em Cancun, não apresentam soluções para salvar o planeta. Falando para a Rádio Fórmula, Gustavo Ampugnani, coordenador da campanha de Clima e Energia do Greenpeace no México, disse que o melhor avance até agora foi que se retomou o processo de negociação." [notícia integral]
«Japão diz que vai insistir em pacto mais amplo que Kyoto»
No Globo: "O Japão vai continuar buscando um amplo tratado climático, com a inclusão da China e Estados Unidos, já que a conferência de Cancún, encerrada na sexta-feira, deixou essa possibilidade em aberto, disse o ministro japonês de Meio Ambiente nesta terça-feira." [notícia integral]
«A Europa ameaçada»
No DN, a opinião de Mário Soares: "(...) Ao contrário do que se esperava, a conferência que se realizou em Cancún, no México, não foi um fracasso, como Copenhaga. As negociações vão continuar para se chegar a um acordo pós-Quioto. Reconheceu-se ser necessário reduzir as emissões de gases com efeitos de estufa. Criou-se um fundo - oxalá se efective - para financiar os países em desenvolvimento e lhes facilitar o acesso às tecnologias limpas. Aprovou--se, ao que parece, um pacto não vinculativo para os países mais poluidores, como a América e a China, que foram os mesmos a impedir que Copenhaga fosse um êxito." [artigo integral]
«Cancun: O planeta terá que esperar»
Na RNW, a opinião de Yvo de Boer: "A conferência da ONU sobre mudanças climáticas, na semana passada, trouxe bons resultados, ao menos para os países em desenvolvimento. Foi criado um novo fundo para o clima. Novas organizações terão que analisar programas especiais para a transferência de tecnologia, de adaptação às consequências das alterações climáticas e de capacitação." [artigo integral]
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
«EQUADOR DIZ QUE RESOLUÇÕES DA COP 16 SÃO 'FRACAS'»
Na AnsaLatina: "QUITO, 13 DEZ (ANSA) - A ministra da Coordenação do Patrimônio do Equador, María Fernanda Espinosa, assegurou hoje que os compromissos alcançados na Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 16), em Cancún, foram "muito fracos" frente à gravidade do problema do aquecimento global." [notícia integral]
«Acordo na Cimeira de Cancún cria fundo para os países menos desenvolvidos»
No Naturlink: "O acordo definido nas negociações de Cancún permitiu a criação de um fundo, para ajudar os países em desenvolvimento na protecção contra os impactes das alterações climáticas. No entanto, não ficou estabelecido nenhum mecanismo para alcançar os compromissos de redução de emissões de carbono assumidos pelos países." [notícia integral]
«Cancún foi boa notícia, mas o planeta continua esperando, dizem especialistas»
Na AFP: "A Conferência do Clima da ONU, que terminou neste sábado em Cancún (México) com um pacote de medidas aprovadas por 193 países, foi uma boa notícia na luta contra o aquecimento global do planeta, mas os desafios continuam enormes, dizem especialistas. "Este não é o fim, mas um novo começo. Não é tudo o que era preciso, mas representa as fundações essenciais sobre as quais podemos construir uma maior ambição coletiva", expressou a chefe da Convenção do Clima da ONU, a costarriquenha Christiana Figueres." [notícia integral]
domingo, 12 de dezembro de 2010
«Delegação portuguesa compensa pegada de carbono»
No blogue da Quercus: "Os 21 elementos da delegação portuguesa que participaram na Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, COP16, em Cancún, entre eles dois membros da Quercus, compensaram a poluição carbónica da deslocação através do apoio a projectos sustentáveis." [notícia integral] [notícia no Ambiente Online]
«China elogia resultados da conferência em Cancún»
No CRI: "A missão chinesa em Cancún elogiou neste sábado os resultados positivos da Conferência das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas." [notícia integral]
«Conferência de Cancún consegue acordo sobre clima»
No DN: "Uma longa ovação culminou ontem a conferência sobre o clima em Cancún, no México. A salva de palmas justificou-se pelo acordo a que foi possível chegar para os países em desenvolvimento reduzirem o abate de árvores nas suas florestas tropicais. Foi ainda aberto caminho para a redução dos gases de efeito-estufa, tema a ser discutido na conferência de Durban, marcada para finais de 2011." [notícia integral]
«Primeiro-ministro do Japão destaca acordo de Cancún sobre o clima»
Na AFP: "O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, destacou os resultados da Conferência do Clima de Cancún, classificando-os de "um grande passo" em direção à participação de Estados Unidos e China no esforço conjunto para combater o aquecimento global." [notícia integral]
sábado, 11 de dezembro de 2010
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