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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

«ONU destaca importância das novas tecnologias no combate às mudanças climáticas»

Na EcoAgência: "A União Internacional de Telecomunicações (ITU, na sigla em inglês), juntamente com o Ministério do Desenvolvimento Econômico da Itália, promoverá na semana que vem a primeira ‘Green Standards Week’ [ou 'Semana de Padrões Verdes', em tradução livre]. O evento, que ocorrerá de 5 a 9 de setembro em Roma, Itália, pretende chamar a atenção dos participantes das oficinas para a importância da utilização de padrões de Tecnologias da Informação e da Comunicação – também conhecidas pela sua sigla TICs – na construção de uma economia verde e no combate às mudanças climáticas." [notícia integral]

segunda-feira, 18 de abril de 2011

«Especialista do Banco Mundial diz que mudanças climáticas influenciam diretamente desenvolvimento mundial»

Na CRI: "O ex-vice-diretor do Banco Mundial, e atualmente diretor-geral de Avaliação de Operações da mesma instituição, Vinod Thomas, afirmou recentemente que as mudanças climáticas têm influenciado diretamente o desenvolvimento global. Thomas afirmou que segundo comprovações, a subida do nível do mar e o fenômeno de que chove mais em alguns lugares e menos em outros , têm relação com o aumento de dióxido de carbono. Condições meteorológicas extremas prejudicam a vida e afetam também bens materiais. Por isso, as mudanças climáticas não são apenas problemas ambientais, mas influenciam a economia social." [notícia integral]

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

«ONU: recurso para arma poderia combater efeito do clima»

No Diário Do Grande ABC: "Os governos deveriam parar de gastar dinheiro com armas e passar a destinar tais recursos ao combate às mudanças climáticas, que desestabilizam diversos países, encorajam migrações em massa e elevam os riscos à segurança, propôs hoje a secretária das Nações Unidas para o clima, Christiana Figueres. Christiana observou que os orçamentos militares aumentaram cerca de 50% nos primeiros nove anos do novo milênio e recomendou que, ao invés de gastarem com armas, os países deveriam considerar a criação de um "orçamento militar preventivo" com o objetivo de reduzir as emissões globais de gases causadores do efeito estufa." [notícia integral]

sábado, 29 de janeiro de 2011

«Ban Ki-moon: actual modelo económico é um «suicídio» para o ambiente»

Na TVI24: "O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, alertou esta sexta-feira que o modelo económico mundial é um «suicídio global» para o ambiente. Ban Ki-moon exortou os líderes políticos e económicos a usarem a inovação para salvar o planeta. «Precisamos de uma revolução», foram as palavras do alto representante da ONU no Fórum Económico de Davos, na Suíça. «As alterações climáticas mostram que o antigo modelo de desenvolvimento está ultrapassado», escreve ainda o «The Guardian»." [notícia integral]

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

«Mercado europeu de CO2 só reabrirá aos países com novas medidas de segurança»

No PÚBLICO: "O mercado europeu de comércio de emissões de dióxido de carbono (CO2) vai reabrir na próxima semana, mas apenas com os países da União Europeia (UE) que estejam a aplicar normas de segurança reforçadas, definidas nível europeu." [notícia integral]

sábado, 15 de janeiro de 2011

«'Subestimamos el impacto del cambio climático'»

No El País: "Nicholas Stern fue el autor principal de un amplio estudio sobre el impacto económico del cambio climático encargado por el Gobierno británico y que lleva su nombre. El informe Stern tuvo una amplia repercusión en 2006 porque era el primero que evaluaba en profundidad las consecuencias del calentamiento en la economía mundial en el futuro. Sin embargo, ahora este economista británico cree que se quedaron cortos en sus estimaciones, para el supuesto de que no se tomen medidas para atajar el problema." [notícia integral]

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

«CTT, EDP e Sonae Sierra lideram ranking climático de empresas»

No PÚBLICO: "Cinquenta e quatro grandes empresas, de 14 sectores de actividade, foram avaliadas pela organização portuguesa Euronatura, na sexta edição do Índice ACGE, que afere a “responsabilidade climática” da área empresarial. A classificação é feita com base em 42 critérios, como a existência de estruturas administrativas próprias para aquela área, a realização de auditorias e publicação de relatórios e a redução efectiva das emissões de gases com efeito de estufa, que estão a aquecer o planeta." [notícia integral]