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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
«O futuro ameaçado*»
Artigo de opinião de Francisco Ferreira, publicado no Expresso: "Durban, na África do Sul, deveria ser um dos centros de atenção do mundo até 9 de Dezembro. Pela Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, passam as decisões políticas do futuro do clima, mas acima de tudo, da humanidade." [artigo integral]
sábado, 2 de julho de 2011
«África deve reagir perante as alterações climáticas»
Na Fátima Missionária: "Wangari Maathai, Prémio Nobel da Paz, exige medidas eficazes contra as alterações climáticas. Em Malabo, na Guiné Equatorial, pediu aos dirigentes africanos para enfrentarem o problema que afecta de forma desproporcionada os Africanos, e em particular as mulheres. «Devem ultrapassar os desafios colocados pela mudança climática. Muitos dos nossos países tiveram décadas de má gestão ou de negligência absoluta do ambiente. Na realidade, alguns governos, incluindo o meu [Quénia], facilitaram a pilhagem das florestas, a degradação das terras e práticas agrícolas não viáveis», recomenda aos líderes do continente negro." [notícia integral]
segunda-feira, 16 de maio de 2011
«Combate às alterações climáticas exige envolvimento do poder»
Na TSF: "Uma investigadora defendeu, em Coimbra, a necessidade de envolver o poder local e regional nas medidas para diminuir as emissões de CO2 para a atmosfera e travar as alterações climáticas. «As acções têm de estar perto das pessoas. Deve ser o poder local e regional a contribuir para essas medidas», preconizou Cristina Rodrigues, investigadora do Manchester Institut for Research and Innovation in Art and Design (MIRIAD), ao frisar que as alterações climáticas «afectam o quotidiano das pessoas»." [notícia integral]
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
«Sociedade precisa se mobilizar para a COP 17»
Na EcoAgÊncia: "A Reunião do Clima, conhecida como COP 16, realizada em 2010, no México, ficou longe de seu objetivo maior, estabelecer um pacto mundial a respeito do clima a partir de 2012. Obter um compromisso de 194 países na contenção dos gases do efeito estufa, em especial o dióxido de carbono (CO2) proveniente de combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo, é a missão que se renova para a COP 17, que acontecerá na cidade de Durban (África do Sul), no final de novembro e início dezembro de 2011. Por isso, “a mobilização das pessoas no mundo todo é de grande importância. Afinal, quanto maior o interesse da sociedade na questão, mais os líderes mundiais dedicarão tempo ao tema. Porém, esse movimento precisa ser iniciado agora, não nas vésperas da COP, visto que as negociações já estão em curso”, alerta André Ferretti, engenheiro florestal da Fundação O Boticário e coordenador do Observatório do Clima." [artigo integral]
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Hans von Storch: "Temos de abrir um canal de comunicação com os cépticos"
No Ecosfera do PÚBLICO: "Para os chamados "cépticos", que vêem a tese das alterações climáticas como uma fraude académica, os cientistas dessa área são geralmente entendidos como inimigos. Entre os poucos que escapam à sua mira figura o alemão Hans von Storch, de 61 anos, professor da Universidade de Hamburgo e director do Centro de Investigação Costeira em Geesthacht." [notícia integral]
sábado, 29 de janeiro de 2011
«Ban Ki-moon: actual modelo económico é um «suicídio» para o ambiente»
Na TVI24: "O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, alertou esta sexta-feira que o modelo económico mundial é um «suicídio global» para o ambiente. Ban Ki-moon exortou os líderes políticos e económicos a usarem a inovação para salvar o planeta. «Precisamos de uma revolução», foram as palavras do alto representante da ONU no Fórum Económico de Davos, na Suíça. «As alterações climáticas mostram que o antigo modelo de desenvolvimento está ultrapassado», escreve ainda o «The Guardian»." [notícia integral]
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
«Cheias no Brasil são culpa do aquecimento global»
Na TV Net: "Al Gore, Nobel da Paz em 2007, diz que a culpa das cheias que têm assolado muitas regiões mundiais são culpa do aquecimento global. No Brasil, país que vive uma catástrofe ambiental, o homem forte das preocupações ambientais disse que a internet deve ser uma ferramenta para informar as populações." [notícia integral]
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
«Impulso silencioso na luta contra as alterações climáticas»
No Jornal de Negócios, a opinião de Achim Steiner: "O processo de negociações de um novo tratado global sobre as alterações globais tem sido marcado, nos últimos dois anos, por muitos altos e baixos. Muitas pessoas consideram mesmo que está a terminar a oportunidade para chegar a um acordo. Mas desistir não é uma opção. A última ronda de negociações, que decorreu no passado mês de Dezembro em Cancún, no México, colocou, novamente, as negociações no caminho adequado, apesar de a um ritmo e dimensão que vai sem dúvida deixar muitos observadores frustrados." [artigo integral]
sábado, 15 de janeiro de 2011
«'Subestimamos el impacto del cambio climático'»
No El País: "Nicholas Stern fue el autor principal de un amplio estudio sobre el impacto económico del cambio climático encargado por el Gobierno británico y que lleva su nombre. El informe Stern tuvo una amplia repercusión en 2006 porque era el primero que evaluaba en profundidad las consecuencias del calentamiento en la economía mundial en el futuro. Sin embargo, ahora este economista británico cree que se quedaron cortos en sus estimaciones, para el supuesto de que no se tomen medidas para atajar el problema." [notícia integral]
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
«Uma década enguiçada »
No Expresso, a opinião de Luísa Schmidt: "Balanço. A primeira década de 2000 não foi fácil para as questões ambientais. Oscilou muito entre velhos e novos problemas; teve mais momentos baixos do que altos e um final pouco promissor. Ao ponto a que chegámos, só podemos mesmo melhorar." [notícia integral]
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
«No, You Can’t»
No Jornal de Negócios, a opinião de Bjorn Lomborg: "Vários milhares de oficiais de 194 países estiveram reunidos em Cancún, no México, para mais uma cimeira ambiental. Insatisfeitos com o ritmo da diplomacia climática, muitas pessoas questionam-se sobre o que podem fazer para combater as alterações climáticas." [artigo integral]
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
«As alterações climáticas e a REDD»
No Jornal de Negócios, a opinião de George Soros: "O comunicado oficial da Cimeira de Cancún sobre as alterações climáticas não pode ocultar o facto de que não vai haver um sucessor do Protocolo de Quioto quando este terminar no final de 2012." [artigo integral]
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
«De Cancún a Seia rumo ao baixo carbono»
No Jornal de Negócios, a opinião de Carlos Filipe Camelo: "Encontrar uma solução pós Protocolo de Quioto, que termina em 2012, foi um dos principais objectivos da Cimeira de Cancún, no México, organizada pela ONU. Mais longe do mediatismo da Cimeira de Copenhaga, mas revestida da mesma importância, Cancún parecia ter sido trespassada de morte muito antes de ter tido inicio e, apesar das decisões acordadas na conferência, o que temos para já é muito pouco para garantir que não viremos a sentir os piores efeitos das alterações climáticas." [artigo integral]
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
«O consenso de Cancún»
No Estadão: "O que salvou a décima sexta conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, concluída na madrugada de domingo no balneário mexicano de Cancún, foi o fracasso da reunião anterior, em Copenhague, há um ano. Da COP-15, conforme a terminologia oficial, se esperava que os quase 200 países participantes - a começar dos que mais lançam na atmosfera dióxido de carbono (CO2) e outras substâncias causadoras do aquecimento global, como os Estados Unidos e a China - enfim se comprometessem com metas obrigatórias de redução dos chamados gases estufa. " [notícia integral]
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
«A uva e a parra de Cancún»
No Expresso: "Os resultados de Cancún foram melhores que o esperado - ao contrário do que aconteceu em Copenhaga há um ano, onde houve "muita parra e pouca uva". Talvez devamos prosseguir com a abordagem "low key" para alcançar melhores resultados no combate às alterações climáticas." [artigo integral]
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
«A Europa ameaçada»
No DN, a opinião de Mário Soares: "(...) Ao contrário do que se esperava, a conferência que se realizou em Cancún, no México, não foi um fracasso, como Copenhaga. As negociações vão continuar para se chegar a um acordo pós-Quioto. Reconheceu-se ser necessário reduzir as emissões de gases com efeitos de estufa. Criou-se um fundo - oxalá se efective - para financiar os países em desenvolvimento e lhes facilitar o acesso às tecnologias limpas. Aprovou--se, ao que parece, um pacto não vinculativo para os países mais poluidores, como a América e a China, que foram os mesmos a impedir que Copenhaga fosse um êxito." [artigo integral]
«Cancun: O planeta terá que esperar»
Na RNW, a opinião de Yvo de Boer: "A conferência da ONU sobre mudanças climáticas, na semana passada, trouxe bons resultados, ao menos para os países em desenvolvimento. Foi criado um novo fundo para o clima. Novas organizações terão que analisar programas especiais para a transferência de tecnologia, de adaptação às consequências das alterações climáticas e de capacitação." [artigo integral]
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
«'Impactos sentir-se-ão com mais intensidade'»
No Correio da Manhã: "Francisco Ferreira, Dirigente da Quercus, fala sobre as expectativas da Cimeira da ONU para alterações climáticas." [notícia integral]
domingo, 28 de novembro de 2010
«Uma nova oportunidade na luta pelo clima»
No DN, a opinião de Graça Carvalho: "A Conferência da ONU que decorrerá em Cancún constitui uma oportunidade para restaurar a credibilidade e confiança dos povos nas grandes negociações internacionais sobre o clima no âmbito das Nações Unidas. A Conferência de Copenhaga, em 2009, terminou de forma decepcionante. Os 194 países "tomaram nota" de um documento pouco claro e não vinculativo arquitectado pelos EUA, China, Índia, Brasil e África do Sul." [artigo integral]
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
«Carlos Borrego diz que acordo sobre biodiversidade abre boas perspectivas para cimeira climática»
No Ecosfera do PÚBLICO: "O antigo ministro do Ambiente Carlos Borrego considera que o acordo internacional para proteger a biodiversidade, alcançado em Outubro, pode ser um bom indício para as negociações sobre o clima que vão começar segunda-feira em Cancún, México. Carlos Borrego reconhece que o Protocolo de Nagoya, que inclui o compromisso de colocar sob protecção, até 2020, 17 por cento das áreas terrestres e dez por cento das áreas marinhas do planeta, “mudou um pouco” a expectativa negativa que tinha relativamente à Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP-16)." [notícia integral]
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